FAQ Completa sobre
Urologia, Andrologia e Saúde Masculina
Dúvidas frequentes respondidas de forma clara para pacientes que
buscam atendimento especializado, discreto e seguro com o Dr.
Fernando Saito.
Disfunção Erétil
A disfunção erétil é a dificuldade persistente em obter ou
manter uma ereção rígida o suficiente para a relação
sexual satisfatória. É uma condição frequente,
especialmente após os 40 anos, podendo afetar homens em
diferentes faixas etárias devido a causas vasculares,
hormonais, neurológicas ou emocionais.
As causas podem ser orgânicas (diabetes, hipertensão,
colesterol alto, obesidade, tabagismo, alterações
hormonais), neurológicas, medicamentosas ou psicogênicas.
Frequentemente há combinação de fatores, por isso a
avaliação especializada é fundamental.
Sim. Existem diferentes abordagens: ajuste de hábitos,
controle das doenças associadas, medicações orais,
terapias auto-injetáveis, ondas de choque, reposição
hormonal quando indicada e, em casos selecionados,
implante de prótese peniana. O tratamento é
individualizado após avaliação clínica.
Ejaculação Precoce
É a ejaculação que ocorre antes ou logo após o início da
relação sexual, com pouco ou nenhum controle, causando
incômodo pessoal ou no relacionamento. Pode ser primária
(desde o início da vida sexual) ou adquirida ao longo da
vida.
Envolve fatores neurobiológicos (sensibilidade peniana,
neurotransmissores como a serotonina), psicológicos
(ansiedade de desempenho, estresse) e, em alguns casos,
condições urológicas como inflamação prostática. A
avaliação médica identifica os fatores envolvidos.
Sim. As opções incluem técnicas comportamentais,
medicações específicas, anestésicos tópicos e suporte em
Terapia Sexual. Quando associada a outras queixas, como
disfunção erétil, o tratamento é combinado.
Perda de Libido
É a redução do desejo sexual, com diminuição do interesse
por atividades íntimas. Pode ocorrer em qualquer fase da
vida e impacta a autoestima e o relacionamento.
Sim. Libido é o desejo sexual; disfunção erétil é a
dificuldade mecânica de obter ou manter a ereção. As duas
condições podem coexistir, mas têm causas e tratamentos
distintos.
Após avaliação clínica e laboratorial (incluindo dosagens
hormonais), o tratamento pode envolver ajuste de hábitos,
controle de doenças associadas, reposição hormonal quando
indicada e suporte psicoterapêutico ou sexual.
Reposição Hormonal e Andropausa
Andropausa, ou Distúrbio Androgênico do Envelhecimento
Masculino (DAEM), é a queda gradual de testosterona ao
longo da vida, podendo causar queda de libido, cansaço,
perda de massa muscular, alterações de humor e disfunção
erétil.
Apenas quando há sintomas clínicos compatíveis associados
a níveis laboratoriais reduzidos de testosterona,
comprovados em mais de uma dosagem. A reposição é
individualizada e sempre acompanhada por especialista.
Existem formulações injetáveis de curta e longa duração e
géis transdérmicos. A escolha considera resposta clínica,
perfil do paciente e segurança, com monitoramento
periódico.
Check-up de Saúde Masculina
Muitas condições urológicas e hormonais evoluem de forma
silenciosa. O check-up periódico permite diagnóstico
precoce de doenças da próstata, alterações hormonais,
disfunção erétil e outros problemas, ampliando as chances
de tratamento eficaz.
Histórico clínico, hábitos de vida, exame físico,
avaliação urológica e andrológica, além de exames
laboratoriais (incluindo PSA quando indicado), pressão
arterial, glicemia, lipídios e dosagens hormonais conforme
o caso.
Em muitos casos sim. Doenças como câncer de próstata,
hipertensão, diabetes e alterações hormonais podem ser
identificadas em fases iniciais, antes que provoquem
sintomas claros.
Terapia Sexual
É uma abordagem terapêutica focada nas dificuldades
sexuais individuais ou do casal, integrando aspectos
emocionais, relacionais e orgânicos. Pode ser conduzida em
paralelo ao tratamento médico.
É realizada em sessões estruturadas, com escuta
acolhedora, orientações práticas e técnicas voltadas ao
manejo de queixas como disfunção erétil, ejaculação
precoce, perda de desejo e dificuldades de comunicação no
relacionamento.
Sim. A combinação entre tratamento médico e suporte em
Terapia Sexual costuma ampliar a efetividade do cuidado,
especialmente em queixas com componente emocional ou de
relacionamento.
Vasectomia
É um método contraceptivo cirúrgico definitivo no qual os
ductos deferentes são interrompidos, impedindo a passagem
dos espermatozoides para o sêmen. Não interfere na ereção,
no desejo nem na produção hormonal.
É um procedimento amplamente realizado, com bom perfil de
segurança quando indicado e executado corretamente. Como
qualquer cirurgia, possui riscos que são discutidos
individualmente antes da decisão.
A recuperação costuma ser rápida, com retorno gradual às
atividades em poucos dias. Há orientações específicas
sobre repouso, atividade física e contracepção
complementar até a confirmação da ausência de
espermatozoides em exame.
Reversão de Vasectomia
Sim, em muitos casos é possível realizar a reversão por
microcirurgia. O resultado depende de fatores como tempo
desde a vasectomia, técnica original e condições
individuais.
É um procedimento microcirúrgico que reconecta os ductos
deferentes, restabelecendo o trajeto dos espermatozoides.
Exige técnica especializada e avaliação prévia detalhada.
A decisão depende de múltiplos fatores: tempo desde a
vasectomia, idade da parceira, avaliação seminal e desejo
de novas gestações ao longo do tempo. A escolha é
discutida em consulta com base em cada caso.
Varicocele
É a dilatação anormal das veias do cordão espermático,
semelhante a varizes na bolsa testicular. Pode ser
assintomática ou causar desconforto, sensação de peso e
impactar a fertilidade.
Em parte dos pacientes, sim. A varicocele pode alterar a
qualidade do sêmen e a função testicular. A avaliação
andrológica define a necessidade de tratamento.
A correção cirúrgica é feita por microcirurgia, com
ligadura seletiva das veias dilatadas. O procedimento visa
melhorar o ambiente testicular e a qualidade do sêmen
quando indicado.
Câncer de Próstata
É um tumor que se desenvolve na próstata, glândula do
sistema reprodutor masculino. Costuma ter crescimento
lento e, quando diagnosticado precocemente, apresenta boas
chances de tratamento.
A indicação varia conforme histórico familiar e fatores de
risco. De forma geral, recomenda-se avaliação a partir dos
50 anos, ou mais cedo (por volta dos 45) para homens com
histórico familiar ou outros fatores de risco.
O tratamento depende do estágio da doença, idade e
condições gerais do paciente. Pode incluir vigilância
ativa, cirurgia, radioterapia e tratamentos sistêmicos. A
decisão é individualizada e multidisciplinar.
Hiperplasia Prostática Benigna (HPB)
É o aumento benigno da próstata que pode causar sintomas
urinários, como jato fraco, dificuldade para iniciar a
micção, idas frequentes ao banheiro à noite e sensação de
esvaziamento incompleto.
Sim. A HPB é um crescimento benigno e o câncer de próstata
é uma doença maligna. Ambos podem coexistir e exigem
avaliação separada por exames específicos.
O tratamento pode envolver mudanças de hábitos, medicações
específicas e, em casos selecionados, procedimentos
cirúrgicos. A escolha considera intensidade dos sintomas,
tamanho prostático e condições associadas.
Prótese Peniana
É indicada em casos de disfunção erétil grave que não
respondem satisfatoriamente a tratamentos clínicos,
medicações orais ou terapias auto-injetáveis. A indicação
é sempre individualizada após avaliação detalhada.
Existem modelos semirrígidos (maleáveis) e infláveis, cada
um com indicações específicas. A escolha considera
anatomia, expectativas, estilo de vida e segurança do
procedimento.
É um procedimento cirúrgico realizado em ambiente
hospitalar, com técnica que preserva ao máximo a estrutura
anatômica. Após a recuperação, o paciente recebe
orientações específicas para uso e seguimento.
Doença de Peyronie
É uma condição em que se formam placas de fibrose no
pênis, reduzindo a elasticidade do tecido e provocando
encurvamento peniano adquirido, com possível dor durante a
ereção na fase aguda.
Curvatura peniana progressiva, dor durante a ereção (mais
comum na fase aguda), encurtamento do pênis e, em parte
dos casos, dificuldades de ereção.
O tratamento depende da fase da doença e pode envolver
acompanhamento clínico, medicações, procedimentos
minimamente invasivos ou correção cirúrgica em casos
selecionados. A avaliação andrológica é essencial.
Doppler Peniano e TEFI
É um exame de imagem que avalia o fluxo sanguíneo nas
artérias e veias penianas, auxiliando no diagnóstico das
causas vasculares da disfunção erétil e em casos complexos
de avaliação andrológica.
TEFI é o Teste de Ereção Fármaco-Induzida, associado ao
Doppler peniano. Consiste na administração de medicação
vasoativa para avaliar a resposta erétil em ambiente
controlado, com dosagens individualizadas.
Sim. O exame pode ser solicitado por urologistas,
andrologistas e outros médicos envolvidos no cuidado do
paciente. Na clínica, o exame é realizado pessoalmente
pelo Dr. Fernando Saito em sessão dedicada.
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avaliação com o Dr. Fernando Saito.